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UNIDADE ??????? PDF Imprimir E-mail
terça, 09 abril 2013 18:34

 

"UNIDOS, SEMPRE SERÃO FORTES E IMBATÍVEIS.

SEPARADOS, SE TORNARÃO FRACOS !!!!!"

(de um sábio pensador)

 

Um senhor de 70 anos viajava de trem, tendo ao seu lado um jovem universitário, que lia o seu livro de ciências . O senhor, por sua vez, lia um livro de capa preta. Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia e estava aberta no livro de Marcos.

Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou: “O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?”

“Sim, mas não é um livro de crendices. É a Palavra de Deus. Estou errado?”

Respondeu o jovem: “Mas é claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a História Universal. Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia da religião.Somente pessoas sem cultura ainda crêem que Deus tenha criado o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso”.

- É mesmo? Disse o senhor. E o que pensam e dizem os nossos cientistas sobre a Bíblia?

- Bem, respondeu o universitário, como vou descer na próxima estação, falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que lhe enviarei o material pelo correio com a máxima urgência.

O velho então cuidadosamente abriu o bolso interno do paletó e deu o seu cartão ao universitário.

Quando o jovem leu o que estava escrito, saiu cabisbaixo sentindo-se pior que uma ameba.

No cartão estava escrito: Professor Doutor Louis Pasteur, Diretor Geral do Instituto de Pesquisas Científicas da Universidade Nacional da França.

“Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muita, nos aproxima”.

Fato verídico ocorrido em 1892, integrante da biografia de Louis Pasteur.

Fonte: Blog Universo Universal

IGREJA BATISTA DE PIANCÓ, Cultos (noites): Quartas, sextas, e domingos

 

 

 
Cassio e a sua Escola de aliados PDF Imprimir E-mail
terça, 16 abril 2013 18:10

 

É lugar comum dizer que Cássio Cunha Lima é um dos maiores estrategistas políticos da Paraíba. Até os seus inimigos pessoais, inclusive, se é que os tem, admitem isso. Cássio nasceu pra fazer política e faz de um jeito que poderia abrir uma escola.

Ao tratar da eleição de 2014 e da aliança com o governador Ricardo Coutinho (PSB), um dos assuntos mais recorrentes em suas entrevistas, Cássio deu outra aula nesta segunda, no programa de Alex Filho, enganando os bestas, se é que ainda existem bestas na Paraíba, ou dando mote pra quem, intencionalmente, deseja acreditar na incerteza da posição do tucano.

Toda vez que é perguntado sobre a aliança, Cássio não é peremptório. Fala da intenção da aliança, mas diz que o partido vai decidir. Motivo suficiente para oposição fazer festa. Santa ingenuidade. O tucano trabalha com a indefinição porque a dúvida tem poder atrativo.

Cássio faz exatamente o que seus companheiros de partido deveriam fazer. No lugar de declarar, com o tamanho que tem pra fazer isso, que a aliança está definida e pronto, adota o discurso da coletividade. Sabe que tem poder pra levar a maioria do PSDB e do seu grupo político para um lado e para o outro, mas quer mostrar com o exemplo que ninguém, dentro do PSDB ou fora dele, vai bater na mesa e dizer que, em 2014, é pra ser assim ou assado.

Como se estivesse com um bumerangue, joga pra galera pra que a decisão volte pra ele próprio. Quem quer se enganar, pensa o contrário.

Além de conter a ânsia dos próprios aliados, ao suscitar incertezas, Cássio ainda faz com que o PSB não alimente a tese de que “está tudo resolvido”. De que Cássio ainda terá que “se esforçar” para convencer o PSDB e seu grupo de manter a aliança. E isso sugere tratamento VIP até lá.

Como uma noiva desejada, Cássio não quer dar tudo de uma só vez. É craque. Por isso, tem tanta gente querendo levá-lo ao altar em 2014.

(Blog  Luis Torres)

 
Tempos que deixaram saudades - Voltarão em breve PDF Imprimir E-mail
terça, 16 abril 2013 16:35


Chegando final da tarde da sexta-feira, o trabalho no Escritório estava todo “em dia”. Chamava a Baixinha, passava prá ela os processos, despachos, pareceres, recursos, petições, contestações para arquivar ou encaminhar aos seus destinos respectivos. Passava, também, os contatos telefônicos que ela tinha que manter com os clientes. Concluído esse trabalho, entrava no Gurgel, e seguia em direção a zona rural, chegando até a sede da Fazenda. Lá chegando, descia do carro e ia logo trocando uma calça por outra (já meio surrada), trocava o sapato por uma bota, trocava, também de camisa; e, por fim, um boné, um chicote, as esporas agarradas à bota, e uma luva no braço direito. Subia até a pista de vaquejada, e lá chegando, o cavalo já estava selado e o esteireiro pronto pra “bater os bois” na porteira da entrada da pista. O esteireiro passa as rédeas do animal alazão, o vaqueiro monta no cavalo, ataca um pouco mais a cilha da cela, olha pro céu, dando graças por mais uma montaria. Após pegar com firmeza as rédeas, bate, com o chicote na aba da cela, o cavalo desperta, dá uma esporada de leve, e começa a “esquentar” o animal, às margens do brete. O esteireiro assim fala: “Doutor, o boi que tá no brete é corredor, segure o cavalo na porteira e empurra o boi prá cá, pra eu pegar”. A porteira do brete se abre, o boi sai, o vaqueiro empurra o boi pra cima do esteireiro, que pega na calda e passa para o puxador. A carreira segue “aprumada”, sem reparos, os cavalos (de puxada e de esteira) correm lado a lado, tendo o boi em entre eles, com total desenvoltura. Nas proximidades da faixa dos cem metros, o puxador enrola a calda do boi à luva com firmeza, segura o cavalo na espora do lado esquerdo, o animal empurra mais um pouco o boi pro lado do esteireiro que em sintonia, “dá um arrocho” no boi e, pegando o boi de surpresa, o puxador, em ato contínuo, dá um toque nas rédeas para o lado esquerdo, soltando-as, e ao mesmo tempo, agarrando no pescoço do cavalo, saindo da cela (com o pé no estribo do lado esquerdo) e, do outro lado, com o braço direito, puxando a calda do boi, até deixá-lo ao chão entre as duas faixas, sendo “conferido” pelo esteireiro, montado no cavalo Gold. Lá de cima (no início da pista), os outros vaqueiros gritam: “Hô Careca bom de gado ... ainda é vaqueirão” !! O ritual se repete com outros quatro bois, caindo, todos, no mesmo local. Voltando ao convívio dos outros vaqueiros (que ficaram no início da pista), todos afirmam, sem pestanejar: os cavalos e os vaqueiros tão prontos pra qualquer corrida de vaqueijada!!”. Naquele instante, se apresenta o Balieira (o motorista) e assim diz: “o Caminhão tá pronto, lavado e abastecido; a gaiola do caminhão tá em ordem, e já botei em cima, a geladeira, o fogão, a TV, a feira, água, ração pros cavalos”, colchões, redes, ... tá tudo em ordem e pronto pra viajar”. Aí, o Careca diz: “mas, não é melhor ir somente amanhã de madrugada?”. O Balieira pula de lá e fala: “sabe como é, Doutor, ... pros cavalos é melhor viajar de noite, que é mais tranqüilo, não tem calor pros animais, etc, etc, etc”. Daí, um vaqueiro cochicha no ouvido do outro e diz baixinho: “Balieira quer viajar hoje, pra quando chegar lá no Parque de Vaquejada, deixar o Aleijado (tratador dos cavalos) tomando conta dos cavalos e ele ir pro forró na Casa de Show ... o Bala é malandro”. O Doutor não escutou aquela conversa de cochicho e libera o caminhão pra viajar naquela mesma noite. O Balieira, obviamente, já tava com a roupa “arrumada” pra viajar. Os cavalos são banhados e já entram no caminhão pra seguirem viajem. Ao amanhecer do dia seguinte, o restante da vaqueirama segue viajem até ao local da vaquejada (as vaquejadas geralmente eram em cidades dos Estados do Rio Grande do Norte, Pernambuco, Ceará, e Paraíba). A vaqueirama lá chegando, encontra o Aleijado fumando um cigarro e o Balieira deitado numa rede, com uma ressaca “da mulesta”. O Careca vai fazer as inscrições dos vaqueiros. Depois, monta no cavalo pra passear, dando conhecimento do ambiente, ao animal. Chega, enfim, a hora de entrar em cena, o locutor Amauri, convoca pra porteira de entrada, a dupla de vaqueiros na inscrição 45, para a primeira investida. Daqui por diante, em outra oportunidade vou narrar; contudo, pode-se acrescentar que a dupla trouxe prêmio e troféu pra casa.


 

 

 

 

 

 

 
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Grande parte da vitalidade de uma amizade reside no respeito pelas diferenças, não apenas em desfrutar das semelhanças. (James Fredericks)

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